Discutindo “Austeridade”

Recentemente, Albert Alesina (aqui) argumentou que “austeridade” fiscal via redução de gastos não é contracionista. O FMI no ainda a ser divulgado WEO de outubro contesta, apontando falhas nos argumentos de Alesina e concluindo que uma consolidação fiscal “doi”, ao menos no curto prazo. Para um resumo ver a Economist de hoje (aqui).

Um exemplo de consolidação fiscal drástica e muito bem sucedida foi a da Irlanda na segunda metade dos anos 1980 (aqui). Além da Inglaterra no início dos anos 1980, um bom exemplo de sucesso no ajuste fiscal é dado pelos EUA nos anos 1990. Como ilustrado na figura, a redução significativa dos gastos públicos (como percentual do PIB), foi acompanhada de crescimento robusto e estável. A partir dos anos 2000, os gastos aumentam e o crescimento “encolhe”.

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2 thoughts on “Discutindo “Austeridade”

    • Ele não diz uma palavra sobre “o papel da pol. monetária”. Para parecer “políticamente correto” vai na onda de que aumento de impostos (cancelamento da redução concedida previamente) seja só para os “ricos”.
      A principal força para resolver problemas de trajetórias insustenráveis da dívida pública é a economia sair da letargia e voltar a crescer! E “estímulo fiscal” tem o efeito contrário!

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